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Projeto Trilhos Pedagógicos: História e Cidadania leva 738 alunos à ferrovia
04/12/2017
Programa desenvolvido pela EFCJ em parceria com a Secretaria de Educação de Pindamonhangaba leva última turma de 2017
A Estrada de Ferro Campos do Jordão (EFCJ), em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Pindamonhangaba, deu início neste segundo semestre de 2017 ao programa Trilhos Pedagógicos: História e Cidadania. O projeto educacional visa levar o conhecimento sobre a história da EFCJ e sua influência regional aos alunos do 5º ano do ensino fundamental da rede municipal.
Desde 13 de setembro, ao todo, 738 estudantes, de 21 escolas da rede municipal de Pindamonhangaba, visitaram a ferrovia. O último passeio do deste ano ocorreu no dia 1º de dezembro com a participação de 41 alunos.
Os alunos embarcam na estação Pindamonhangaba em um trem que segue até o Parque Reino das Águas Claras, em um percurso de 17 km feito em aproximadamente 45 minutos. No parque eles podem ver diversas esculturas dos personagens de Monteiro Lobato, desfrutar do contato com a natureza e conhecer as histórias da ferrovia e seu valor para a cidade. A atividade dura no total cerca de 2h30.
A professora Maria Isabel de Moraes, da escola Odete Corrêa Madureira, que acompanhou uma das visitas, ressalta a importância dessa parceria para o desenvolvimento e aprendizagem dos alunos.
"Eles puderam conhecer um lugar que a maioria desconhecia, ficaram impressionados e já querem retornar". Alem disso, segundo a docente, os estudantes produziram textos sobre a ida à ferrovia, que foram publicados em um painel da sala de aula.
"Gosstei muito do passeio, principalmente quando explicaram como funcionam os trens e ferramentas utilizadas pela ferrovia", afirma o estudante Ryan Fillipi, 10 anos.
A expectativa é de que o projeto se estenda em 2018 a fim de beneficiar mais alunos da rede municipal. "Além de contribuir para a melhor formação de crianças e adolescentes, essa iniciativa visa aproximar a Estrada de Ferro das futuras gerações da região para que elas possam dar o devido valor e importância a história da ferrovia", pontua Ayrton Camargo, diretor da EFCJ.